"> Destaques da Semana - (16/Fevereiro)

16 de Fevereiro de 2019

Destaques da Semana - (16/Fevereiro)


Internacional

 

  • Mercados

 

Escrito por: Welker Abner

 

Panorama geral

As recentes declarações de Trump tem animado significativamente o mercado global. Após dar duros discursos contra e maior economia asiática, o presidente estadunidense se manifestou consideravelmente favorável ao prolongamento do “cessar-fogo” comercial entre os países, ademais foi-se ainda anunciado que as negociações entre os representantes das duas potências serão retomadas durante a próxima semana. Os aspectos políticos do anúncio serão tratados a seguir, contudo, a um nível financeiro, registrou-se uma tendência global de altas, o que se mostrou muito sintomático ao observar o índice Nasdaq Composto, que deixou a condição técnica negativa na qual se encontrava desde dezembro. Contudo, o índice Dow Jones teve por fim o melhor saldo durante a sexa-feira (15), acrescendo-se em 1,74%.

O armistício tarifário também animou a Europa. Nesse sentido, percebeu-se que o índice Stoxx 600 - responsável por medir o desempenho geral das ações da europa - fechou a sessão com uma alta de 1,41%, a garantir uma pontuação de 368,94 (resultado mais expressivo desde o início de outubro de 2018, paralelamente, o resultado semanal indicou um crescimento de 3,04%, melhor resultado desde novembro. Assim, as bolsas europeias em geral seguiram também uma tendência de crescimento.

A Ásia também registrou resultados muito positivos. Ainda no sentido de uma possível calmaria após o acordo entre a China e os EUA, o continente se viu também sob uma perspectiva mais acalentadora, ademais , vale considerar ainda os resultados das exportações chinesas durante o mês de janeiro, que, superando as expectativas, tiveram um crescimento de 9,1% durante o mês, contudo, após uma leitura fraca dos dados inflacionários, os índices chineses acabaram por fechar a sexta-feira com certa redução.  


 

Fechamento Semanal:

 

Nasdaq: 2,11% aos 7.055,18 pontos

Dow Jones: 3,31% aos 25.883,16 pontos

S&P 500: 2,56% aos 2.777,62 pontos

Shanghai Composite (índice chinês): 1,07% aos 2.682,39 pontos

Kospi (índice sul coreano):  0,70% aos 2.177,05 pontos

Nikkei 225 (índice japonês):  0,17%  aos 20.900,63 pontos

DAX (Alemanha): 2,58% aos 11.299,80 pontos

CAC 40 (França): 2,76% aos 5.153,19 pontos

FTSE 100 (Londres): 1,50% aos 7.236.68  pontos

Euro Stoxx 50 (Zona do Euro): 2,38% aos 3.241,25 pontos

IBEX 35 (Espanha): 3,00% aos 9.123,20 pontos


 

  • Política Econômica e Indicadores

 

Escrito por: Welker Abner

 

Reino Unido avoluma resultados negativos em 2018

Segundo levantamentos oficiais divulgados nesta segunda-feira (11), 2018 teve o crescimento mais fraco desde 2012 ao Reino Unido. Conforme Rob Kent-Smith, estatístico da ONS, agência de agência de estatísticas britânica, explicou: "O PIB desacelerou nos últimos três meses do ano com a fabricação de carros e de produtos siderúrgicos registrando fortes quedas e com a construção também caindo". Nesse sentido, se percebeu-se um crescimento do PIB no fim do ano mais fraco, passando de 0,6% no terceiro trimestre para 0,2% no quarto, ao passo que, na comparação anual, registrou-se um crescimento de cerca de 1,8% em 2017, regredindo para 1,4% em 2018.

Mais do que isso, percebe-se que o espectro do Brexit tem atormentado constantemente a região. Em posição muito sintomática, diversos órgãos estatísticos e financeiros apontam para instabilidade política gerada pelo processo, além da grande incerteza quanto a sua resolução, que deve, em teoria, culminar em um afastamento sem acordos no fim do mês que vem.

 

Trump declara emergência nacional como forma de erguer a barreira física ao México

Como já retratado anteriormente nos Destaques da Semana passados, os EUA passaram recentemente por seu maior shutdown, paralisação parcial do governo em função de um desajuste do planejamento orçamentário. A paralisação, como visto, ocorreu após um bate-cabeça entre o presidente Trump e o partido Democrata em relação à construção de seu projeto de construção de uma barreira física mais dura na fronteira com o México como uma forma de conter a imigração ilegal de pessoas vindo do Sul. Vale notar que o projeto foi um dos carros-chefes na campanha eleitoral de Trump, que agora, visando sua reeleição em 2020, precisaria cumpri-lo, ainda que a custo de certo desgaste político.

Nesse sentido, a Casa Branca anunciou nesta quinta-feira (14) a intenção de Trump em, por fim, declarar estado de emergência nacional como forma de angariar os fundos necessários à construção dessa nova barreira sob a fronteira mexicana, ainda que com o veto do congresso. Assim, o presidente estadunidense garante a obtenção de US$ 5,7 bilhões dos cofres públicos, destinados a investimentos em outras áreas, à construção do que declara ser uma prioridade no país como forma de combater a violência e a alta taxa de criminalidade que provém de criminosos e muitas vezes gangues compostas por imigrantes ilegais. Vale notar que a declaração de estado de emergência foi cogitada por Trump ainda durante o shutdown, contudo o movimento, que tende a causar grande tensão na política interna do país, deixou muitas vezes de ser cogitado por especialistas justamente por sua radicalidade.   

Faz-se importante perceber que o decreto de emergência nacional já orquestra um longo debate dentro dos EUA.  Dando a possibilidade do presidente agir de forma definitiva sobre diversos temas como o uso de forças armadas; saúde pública; comércio; agricultura; transportes; comunicações e legislação criminal, a medida, segundo muitos, acaba concedendo poderes em excesso ao chefe-de-Estado. Vale notar que diversos presidentes anteriores também fizeram suas ordens se valerem a partir da medida, isto é, Obama já a utilizou 13 vezes em ocasiões variadas como congelamento de contas, ações de guerrilha etc. Bush, por sua vez, provavelmente o fez de maneira mais categórica quando decretou estado de emergência para mobilizar tropas após o episódio do 11 de setembro. A grande polêmica por trás da medida de Trump se encontra, porém, no fato de que o atual presidente utiliza a medida dentro das fronteiras estadunidenses, mais do que isso, por motivos evidentemente eleitorais. Resta então saber como a oposição, que já manifestou forte descontentamento e pode adotar uma resolução conjunta com o congresso para pôr fim ao status de emergência, se organizará contra Trump, além dos próprios resultados dessa provável construção da barreira, sejam políticos, econômicos ou sociais.

 

Armistício sino-estadunidense dá sinais de fortalecimento

A secretaria de imprensa da Casa Branca, nesta sexta-feira (15), reafirmou o compromisso das as negociações comerciais entre a China e os EUA. Conforme amplamente discutido e debatido durante todo o ano passado, os confrontos tarifários realizados pelas duas principais potências globais se estenderam de forma prejudicial a todo mundo, confrontos estes que foram desencadeados sobretudo por Trump, que sustenta uma visão já muito debatida dentro dos EUA a arguir que a China, através de políticas desleais de comércio - com uma exploração salarial, ambiental e subsídios desmedidos -, tem criado uma vantagem comercial ilegítima, conseguindo vender produtos com um custo menos expressivo. Tal reclamação não se resume a um simples jogo político, quando considerada a balança comercial entre os países, vemos que o ano de 2018 representou um saldo, ou seja, um lucro líquido de mais de US$ 382 bilhões à China - a título de comparação, vale notar que todo o fluxo comercial (importações e exportações) brasileiro com o Gigante Asiático, seu maior parceiro comercial, foi de cerca de US$ 98 bilhões, pouco mais de um quarto dos ganhos obtidos pela China sobre os EUA. A partir disso, Trump passou impôr uma série de tarifas de importação dentro do país, o que afetou inclusive o Brasil e acarretou em uma retaliação chinesa, que por outro lado também provocou novas taxações de Trump e assim por diante, de modo a diminuir o fluxo comercial do globo durante todo o ano.

Nesse sentido, a paralisação dos ataques tarifários entre os dois países iniciada no fim do ano passado, durante o G20, parece ganhar mais força. Com um tratado inicial que interromperia novas taxações até o dia primeiro de março, Trump, recentemente, já admitiu a possibilidade de um possível adiamento, de modo a garantir que as respectivas equipes econômicas possam estabelecer um novo tratado. É ainda um pouco cedo para medir os resultados das reuniões, contudo ambos os lados já se manifestaram bastante otimistas quanto ao assunto.

 

Premiê espanhol convoca eleições antecipadas

O premiê espanhol, Pedro Sánchez, dissolveu, nesta sexta-feira (15), o atual parlamento e convocou novas eleições legislativas para o dia 28 de abril. Em um um processo já extenso de desavenças com o atual corpo político espanhol, consideravelmente composto por sua oposição, que culminou no veto de sua proposta orçamentária a 2019, Sánchez por declarou um estado de ingovernabilidade, de modo a se lançar como candidato e promover seu partido numa manobra que visa a obtenção de mais apoio político. Nesse sentido, o premiê ainda anunciou que, apesar da paralisação orçamentária, alguma de suas principais medidas se manteriam, isto é, o reajuste dos salários de funcionalismo público e o acréscimo em 22% do salário mínimo, de modo a também desferir críticas à oposição: “Tudo isto ficou paralisado (...) pela obstrução parlamentar do Partido Popular e do Ciudadanos”, disse Sánchez. Ademais, o político ainda se manifestou em relação à crise separatista na região catalã: “Dentro da Constituição e da legalidade estamos dispostos a falar, a dialogar (...) fora da Constituição, nada”.

O partido do premiê, PSOE, necessita assim angariar novos votos, mas pode ter certas dificuldades mediante ao crescimento de novas siglas. Seguindo uma tradição mais à esquerda dentro do espectro político, PSOE se vê em um cenário onde partidos como Vox, partido de direita e separatista, começa a ganhar um decisivo respaldo político, seguindo assim uma tendência eurocética que se manifesta em diversos países europeus. Resta agora saber se as novas eleições trarão resultados positivos à Sánchez, que é apontado como principal candidato apesar das pesquisas não indicarem que seu partido alcançará a maioria no congresso, ou se diminuirão a força de sua legenda, obrigando-o a reavaliar sua proposta orçamentária.

 

Nacional



 

  • Mercado de Capitais e Câmbio

Escrito por: Matheus Bulascoschi


 

Banco do Brasil (BBAS3)

A temporada de balanços dos grandes bancos brasileiros foi encerrada na quinta-feira (14), com a divulgação do balanço do Banco do Brasil. O lucro líquido do banco atingiu a marca de R$ 3,845 bilhões durante o quarto trimestre, representando uma alta de 20,6% na comparação anual. Se comparado com o resultado do terceiro trimestre, o lucro líquido do banco saltou 13%. No acumulado do ano de 2018, o lucro líquido do banco foi de R$ 13,513 bilhões, um resultado 22,22% acima do observado na comparação com 2017.

 

A carteira de crédito do BB fechou 2018 em R$ 697,324 bilhões, um aumento de 1,8% no período de um ano e 1% na comparação com o fim do terceiro trimestre. O crescimento foi influenciado, principalmente, pelo segmento de pessoa física, com alta de 5% no ano. Por outro lado, os empréstimos para empresas tiveram uma redução de 4,6% na comparação anual.

 

O retorno sobre o patrimônio líquido do banco (RSPL) no quesito mercado do banco foi a 16,3% no quarto trimestre, ante 14,3% no terceiro trimestre de 2018 e 14,5% no fim de 2017. Já no acumulado do ano, o indicador bateu os 13,9%, apresentando um bom crescimento, se comparado com os 12,3% do acumulado de 2017. No quesito acionista, a rentabilidade do banco atingiu 17,8% no quarto trimestre, bem acima dos 16% apresentados no quarto trimestre de 2017. No acumulado de 2018, o indicador ficou em 15,1%, ante 13,6% no exercício de 2017.

 

De acordo com o Banco do Brasil, o resultado reflete a queda nos gastos com calotes, PDDs (provisões para devedores duvidosos), e o crescimento de receitas com prestação serviços e tarifas.

 

As ações do banco reagiram bem aos resultados e saltaram 5,95% nesta semana, fechando a sext-feira (15) cotadas a R$ 54,81.

 

Grendene (GRND3)

Na quinta-feira (14), a Grendene divulgou um lucro líquido de R$ 251,3 milhões, respectivos ao quarto trimestre de 2018, uma alta de 0,3% na comparação com igual período de 2017. A receita líquida da empresa saltou 5,2% no trimestre, atingindo a marca de R$ 742,4 milhões. No acumulado do ano, porém, o lucro líquido da empresa caiu 11,4%, ficando em R$ 585,5 milhões enquanto a receita subiu 3,6%, atingindo a marca de R$ 2,3 bilhões.

 

Seguindo na comparação anual, o Ebitda da empresa saltou 26,2%, atingindo R$ 194,6 milhões. A margem ebitda acompanhou a alta, encerrando o ano em 28,7%, ante os 26,7% apresentados ao fim de 2017. A receita financeira líquida subiu 7,7%, atingindo a marca de R$ 57,4 milhões.

 

A empresa também informou que deixará de divulgar projeções, metas e estimativas sobre o desempenho futuro, o chamado guidance. Conforme o comunicado, a administração da Grendene entende que a prática deixou de agregar valor para a companhia, para os investidores e para o mercado em geral.

 

As ações da empresa fecharam o pregão de sexta-feira (15) cotadas a R$ 8,90, acumulando uma ligeira queda, de 1,44%, na semana.


 

Smiles (SMLS3)

Na quinta-feira (14), a Smiles, empresa de fidelidade controlada pela Gol Linhas Aéreas, divulgou o seu balanço referente ao último trimestre de 2018. A empresa apurou um lucro de R$ 164,6 milhões, 33,8% acima do resultado observado no mesmo intervalo de 2017. De acordo com a empresa, esse foi o melhor resultado trimestral da empresa desde que ela foi listada na Bolsa de Valores de São Paulo, em 2013, com todos os indicadores financeiros e operacionais batendo recordes.

 

A receita líquida acumulada no quarto trimestre de 2018 teve uma alta de 18,8%, atingindo a marca de 278,9 milhões. O lucro operacional cresceu 37,6%, atingindo R$ 200,4 milhões e gerando um aumento de 9,8 pontos percentuais, para 71,9%. O Ebitda cresceu 37,4% e bateu a marca de 205 milhões de reais.

 

No ano, porém, a companhia registrou um lucro líquido de R$ 645,5 milhões, 15,1% menor do que o registrado em 2017. Já a receita líquida subiu 9,8%, atingindo R$ 987,4 milhões, enquanto o Ebitda também subiu, atingindo a marca de R$ 759,3 milhões, 14,7% mais alta do que a observada em 2017.

 

As ações da companhia reagiram bem aos resultados e saltaram 5,94% na semana, fechando o pregão de sexta-feira (15) cotadas a R$ 49,00.

 

Usiminas (USIM5)

No balanço divulgado ao mercado na sexta-feira (15), a Usiminas reportou um lucro líquido de R$ 401 milhões no quarto trimestre de 2018, revertendo o prejuízo de R$ 45 milhões registrado no último trimestre de 2017. No ano, o lucro líquido apresentou um crescimento de 169% na comparação com 2017, totalizando R$ 829 milhões ante os 315 milhões registrados no ano retrasado.

 

O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciação) também cresceu, atingindo a marca de R$ 830 milhões no último trimestre de 2018, 84% maior do que o número observado em igual período de 2017. Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o Ebitda cresceu 18%. A margem Ebitda foi de 24%, ante os 15% registrados no quarto trimestre de 2017 e os 18% registrados no terceiro trimestre de 2018. No acumulado do ano, a margem ficou estável em 20%.

 

A receita líquida, por outro lado, ficou em R$ 3,43 bilhões, caindo 11% na comparação com o terceiro trimestre de 2018, mas 12,5% a mais do que no último trimestre de 2018. No acumulado do ano, a receita líquida subiu 28%, atingindo R$ 13,7 bilhões.

 

As ações da Usiminas refletiram um certo pessimismo para a divulgação do resultado, caindo 2,29% na semana e encerrando o pregão de sexta-feira (15) cotadas a R$ 9,40. Como o balanço foi divulgado após o fechamento do pregão, a reação do mercado só será sentida na segunda-feira (18).


 

  • Política Econômica e Indicadores

 

Escrito por: Matheus Bulascoschi

 

Ata do Copom

Na última terça-feira, foi divulgada a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada no último dia 6, onde foi tomada a decisão de manter a taxa de juros brasileira no nível de 6,5% pela sétima vez consecutiva. A divulgação da ata é um evento com um nível moderado de atenção dada pelos analistas de mercado, pois através dela é possível entender melhor os motivos que levaram o órgão a manter a Selic no nível atual e, assim, adequar as projeções à metodologia utilizada pelo Comitê.

 

O documento ressaltou o ritmo gradual de recuperação e o alto nível de ociosidade com a qual a economia brasileira vem se recuperando. Já o balanço de riscos internacional sofreu uma leve redução no perfil de riscos, mas ainda permanecendo “desafiador”. Por um lado, os riscos de curto prazo associados à normalização das taxas de juros americanas minguaram, enquanto que aumentaram os riscos de desaceleração da economia global, ligados a diversas incertezas, como o Brexit, por exemplo.

 

Quanto aos riscos relativos à trajetória da inflação, o Copom observou uma dualidade na direção dos riscos considerados. Por um lado, o nível de ociosidade elevado pode produzir uma trajetória abaixo do esperado. Por outro, uma frustração das expectativas acerca da continuidade das reformas e ajustes na economia pode afetar os prêmios de risco, elevando a trajetória de inflação no horizonte relevante. O órgão ressalta que esse segundo cenário se intensifica em um caso de deterioração das economias emergentes, no ambiente externo.

 

Considerando o cenário básico e o balanço de riscos, o Copom decidiu pela manutenção da taxa em 6,5% a.a. Na avaliação do Comitê, a decisão reflete o cenário básico e é compatível com a convergência de inflação para a meta, atualmente em 4,25% ao ano. Como de costume, o órgão reiterou que a conjuntura econômica prescreve uma política monetária estimulativa e que a continuidade no processo de reformas para a economia é essencial para a manutenção de uma inflação baixa no médio e no longo prazo

 

 

IBC-Br

De acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na sexta-feira (15), a economia brasileira cresceu 1,15% no ano de 2018. O crescimento em dezembro do ano passado foi de 0,21% frente ao dado de novembro. O crescimento no último trimestre do ano passado foi de 0,2%, se comparado com o terceiro trimestre, e de 1,53%, se comparado com o último trimestre de 2017.

 

De acordo com os analistas do Bradesco “o IBC-Br confirmou o diagnóstico de desaceleração da atividade econômica no último trimestre do ano passado. Esses resultados, em conjunto com os demais indicadores já conhecidos, reforçam nossa expectativa de crescimento de 0,1 por cento do PIB no quarto trimestre de 2018.”

 

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira de acordo com a ótica utilizada pelo Banco Central em sua tomada de decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio, serviços e agropecuária, além do volume de imposto.

 

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