"> Destaques da Semana - (20/Abril)

20 de Abril de 2019

Destaques da Semana - (20/Abril)

Internacional

 

  • Mercados

                                                                                     Escrito por: Leonardo Iversen Lopes

 

Ações da Qualcomm disparam após o término de seu embate judicial com a Apple.

O processo iniciado em janeiro de 2017 alegava que a Apple estava violando as patentes da Qualcomm ao não pagar royalties. Entretanto, nesta terça-feira(16) as duas empresas resolveram acabar com esse conflito e colocar um fim em suas disputas judiciais entrando em um acordo que incluía um pagamento não revelado da Apple a Qualcomm.

Durante o processo a Apple permaneceu em constante crescimento, entretanto, a Qualcomm, que antes possuía ações sendo negociadas no nível de US $ 65, após o início da briga judicial teve uma queda de 25% no preço das mesmas, assim caindo para o nível de US $ 49.

Agora com a notícia sobre o término deste embate as ações da Apple continuam estáveis, entretanto, as ações da Qualcomm tiveram um ganho de 31%, crescendo acima do valor anterior ao processo.

Porém, se a Apple estava em crescimento e o fim dessa briga não significou em nada para ela em termos de preço acionário, por que abrir mão e pagar a Qualcomm? A resposta para essa pergunta vem do domínio da Qualcomm na área de tecnologia móvel 5G, que é de extrema importância para Apple poder competir no mercado.

Junto desses fatos, após o acordo ter sido anunciado a Intel disse que estava desistindo da corrida 5G, deixando a Qualcomm como a única nessa área, fazendo assim com que a previsão para suas ações se tornem ainda mais positivas, podendo chegar a US $ 100 por ação.

 

 

Estratégia adotada pela IBM não surte o efeito esperado e desvaloriza a empresa.

A International Business Machines, no final do último trimestre de 2018 havia retornado a crescer e gerou expectativas de que a estratégia adotada estava surtindo efeito. Entretanto o relatório lançado pela empresa nesta terça-feira(16) mostrou que essa, não havia sido eficiente, visto que suas ações caíram cerca de 3 por cento.

A estratégia tomada pela IBM tem como foco a nuvem,um segmento cognitivo que inclui análise, segurança cibernética e inteligência artificial.A empresa resolveu focar nessa parte, eliminando negócios tradicionais de hardware e reforçando aquisições.Todavia, visto que esse segmento caiu 1,5 por cento, para US $ 5,04 bilhões, a estratégia não está dando frutos.

Também é possível observar uma depreciação da empresa ao olhar para a parte de mainframe,que caiu 11,5% para US $ 1,33 bilhão e sua receita total que caiu 4,7%.Seu lucro líquido caiu de US $ 1,68 bilhão para US $ 1,59 bilhão,ficando abaixo dos índices previstos por especialistas.

 

 

Preço do petróleo sobe ligeiramente após declínio nos estoques.

Nesta quinta-feira(18), o preço do petróleo sofreu um leve acréscimo devido a um declínio dos estoques nos Estados Unidos e a sanções dos EUA a Venezuela e ao Irã.

Os estoques  de gasolina caíram 1,2 milhão de barris e os estoques de diesel e óleo para aquecimento caíram 362 mil barris.

O barril de petróleo Brent teve um aumento de 27 centavos em seu último fechamento, chegando a casa de US $ 71,89.Junto disso, o barril de petróleo bruto também teve um aumento de 24 centavos e passou a valer US $ 64,24 por barril.

Entretanto, a disputa comercial EUA contra China está fazendo com que os preços se mantenham relativamente estáveis.

Além de que a produção de petróleo bruto vindo de xisto, produzido pelo EUA deve subir cerca de 80.000 bpd em maio e atingir um recorde de 8.46 milhões de bpd.

 

Fechamento Semanal:

Nasdaq: 0,17% aos 7.998,06 pontos

Dow Jones: 0,56% aos 26.559,54 pontos

S&P 500: -0,08% aos 2.905,03

Shanghai Composite (índice chinês): 2,57% aos 3.188,63 pontos

Kospi (índice sul coreano): -0,77% aos 2.216,15 pontos

Nikkei 225 (índice japonês): 1,0% aos 22.090,12 pontos

DAX (Alemanha): -1,18% aos 12.222,39

CAC 40 (França) : 1,4% aos 5.580,38

FTSE 100 (Londres): 0,3% aos 7.459,88

Euro Stoxx 50 (Zona do Euro): 1,5%  aos 3.499,23

IBEX 35 (Espanha): 1,2% aos 9.581,90



 

  • Política Econômica e Indicadores

 

Escrito por:Welker Abner

 

Expansão chinesa no primeiro tri mantém seu ritmo, contudo resultado vem com ressalvas

Conforme divulgado pelo governo chinês na quarta-feira (17), o PIB do país manteve-se a crescer, em comparação anual, na sigla de 6,4% no primeiro trimestre do ano, resultado que surpreendeu grande parte do mercado, que tinha expectativas mais expressivamente baixas quanto ao avanço chinês, contudo, a expansão representa também o ritmo mais fraco de crescimento do país nas últimas décadas.

Analistas apontam que um crescimento de investimento,  fruto das negociações sino-estadunidenses, são uma das principais causas da melhora, além do próprio estímulo governamental, que se traduziu em um corte de bilhões de dólares em impostos, investimento em infraestrutura e empréstimos na casa de 5,8 trilhões de iuanes por parte dos bancos chineses. Como resultado, importantes índices chineses apresentaram avanço, o que se foi visto muito expressivamente através da aceleração de crescimento industrial, que subiu 8,5% na comparação anual, e nas vendas de varejo, que subiram 8,7% também na comparação anual, ambos durante o mês de março.

Percebeu-se ainda certa melhora dentro das relações comerciais do país, conforme divulgado pela alfândega na sexta-feira (19). Nesse sentido, o mês de março representou um aumento das exportações chinesas em 14,2% na comparação anual, superando as expectativas e 7,3% ao mês, resultado que representou um aquecimento muito evidente quando considerado a retração de 20,8% durante fevereiro. Apesar desse positivo cenário de melhora na demanda externa por produtos chineses, percebeu-se ainda que o quadro interno foi um pouco diferente, o que se manifestou de forma mais clara com a retração das importações no país durante março, resultado que significou um recuo de 7,6% na comparação anual, bem abaixo das expectativas de recuo na casa de 1,3%.

Contudo, o mercado permanece ainda sob certa ressalva. Conforme dito, apesar de representar uma melhora expressiva, superando as expectativas de até então, a economia chinesa permanece refém das negociações, de modo um acordo comercial mais restrito entre as duas principais economias mundiais pode significar mais desacelerações à China.

 

EUA mantêm produção manufatureira inalterada durante março

Após duas quedas mensais consecutivas, a produção industrial estadunidense apresentou uma pequena retração de 0,1% ante fevereiro em ajustes sazonais, resultados que embora representem uma estabilidade numa produção que mantinha-se em queda, também frustra os investidores que esperavam um aumento de 0,2% durante o mês.

Assim, conforme o próprio Fed declarou, a fraca evolução dentro do setor de produção automobilística, tem se tornado um importante fator dentro do desaquecimento industrial estadunidense. Neste ponto, analisou-se ainda que a produção manufatureira do país, neste primeiro trimestre de 2019, recuou a uma taxa anualizada em 1,1%, pior taxa desde o terceiro trimestre de 2017.

Assim, o setor, que representa 12% da economia do país, apresenta perspectivas pouco animadoras. Os resultados, assim, vêm em um período em que as medidas de estímulo a gastos por parte do corte de impostos no valor US$ 1,5 trilhões iniciadas no ano passado começam a diminuir, o que se soma ainda à própria guerra comercial com a China e o cenário global, em grande parte por influência europeia, também se mostra menos acelerado.

 

Presidente Macri inicia pacote de congelamento de preços na Argentina

Em um cenário de desconfiança internacional, forte inflação e desajuste fiscal, o presidente argentino Mauricio Macri, visando uma possível reeleição no fim do ano, apresentou um novo pacote econômico, prevendo novos créditos a programas sociais e congelamento de preços pelo país.

Assim, o pacote, sem qualquer previsão de sustentabilidade a longo prazo, mas com consideráveis efeitos aparentemente benéficos iniciais, prevê o aumento de gastos nas contas pública. Dessa forma, entre outras medidas, se apresentou uma nova linha de créditos no valor de 124 bilhões de pesos (algo em torno de 11 bilhões de reais) aos beneficiários do Anses (programa de seguro social argentino), além do congelamento de preços da energia elétrica doméstica até o fim do ano; aumento escalonado do preço do gás até junho; congelamento de preços de ônibus e trens metropolitanos até o fim do ano; congelamento de preços dos pedágios nas rodovias controladas pelo governo; congelamento dos preços das linhas pré-pagas de operadoras de telefonia celular até o meio de setembro, além ainda de descontos em farmácias a beneficiários de certos programas sociais.

Vale notar que, apesar de socialmente bastante positivas, as medidas acabam por somente postergar os problemas argentinos. Em seu cenário de forte recessão, Macri acaba por adiar possíveis novos reajustes ao ano que vem, reajustes esses que virão com uma intensidade maior, tal como foi visto no caso dos “tarifaços”, durante o início de seu mandato, o que aumenta as expectativas de um crescimento inflacionário argentino mais expoente durante o ano de 2020 quanto ao ano atual. Resta agora saber se as medidas serão efetivas no tocante a popularidade do atual presidente, viabilizando sua reeleição.

 

 

Nacional

 

  • Mercado de Capitais e Câmbio

Escrito por: Matheus Bulascoschi

 

Petrobras (PETR3; PETR4)

A semana foi de recuperação para as ações da estatal, que estavam sob o escrutínio dos investidores brasileiros e internacionais depois que o presidente, Jair Bolsonaro, vetou um aumento nos preços do diesel, na sexta-feira passada (12).

Jair Bolsonaro havia vetado um aumento de 5,7% nos preços do combustível pois não concordava com a decisão, afirmando que o aumento estava muito acima da inflação projetada para o ano. A decisão trouxe um certo pânico para os acionistas da estatal, que temem a interferência do governo no processo administrativo da Petrobras. O fato é que, devido à alta do petróleo no mercado internacional, que subiu 6,53% nos últimos 30 dias, aliada à alta do dólar, que também subiu 2,89% no mesmo período, seria natural, de acordo com a política de preços atual da companhia, uma alta significativa nos preços do diesel, que é reajustado quinzenalmente. O Planalto vem sofrendo pressão dos caminhoneiros para controlar as altas nos preços, o que remete ao final de maio do ano passado, quando a greve da categoria parou o país e custou bilhões de dólares em valor de mercado à Petrobras, além do seu CEO na época, Pedro Parente, que renunciou após a greve.

Nessa semana, a Petrobras reajustou o preço do diesel nas refinarias em 4,8%, abaixo dos 5,7% inicialmente anunciados, desta vez com o aval do presidente. Assim, a empresa retomou uma imagem de independência da arbitrariedade do governo brasileiro e trouxe alívio aos seus investidores. Adicionalmente a isso, os comentários de Bolsonaro e de Paulo Guedes, acerca de uma futura privatização da empresa, trouxeram mais ânimo aos acionistas. Para remediar a situação com os caminhoneiros, o governo anunciou uma linha de crédito do BNDES para o financiamento de novos caminhões e também obras em estradas federais.

As ações ordinárias (com direito ao voto) da empresa saltaram 6,25% no acumulado desta semana, fechando o pregão de quinta-feira (18) cotadas a R$ 30,95. Já as preferenciais (com preferência no recebimento de dividendos) saltaram 7,24%, fechando ao preço de R$ 27,70.

Frigoríficos

No pregão de terça-feira (16), as ações dos frigoríficos foram os destaques positivos do Ibovespa, repercutindo a notícia de que os chineses deverão aumentar as importações de carne brasileira e a recomendação de compra do Morgan Stanley para as ações da JBS.

Em entrevista ao Globo, o embaixador chinês no Brasil, Yan Wanming, indicou que o país asiático pretende aumentar o comércio no setor agropecuário, elevando a demanda por carne bovina. No mês que vem, o vice presidente, Hamilton Mourão, viajará para a China e a expectativa é que um acordo seja concluído. Somam-se às boas expectativas para o setor brasileiro, o aumento nos casos de peste suína que vem ocorrendo nas províncias chinesas, o que deve colaborar para um aumento ainda maior na demanda por proteína animal brasileira.

As ações da JBS dispararam 8,48% enquanto os papéis da Marfrig e da BRF acumularam uma valorização de 7,42% e 6,26%.

Cielo (CIEL3)

Em mais um capítulo da guerra que vem sendo travada pelas empresas de máquinas de cartão, a Rede anunciou, após o fechamento do pregão de quarta-feira (17), que zerou as taxas de antecipação de valores recebíveis por transações em crédito à vista e que vai passar a pagar os lojistas em um prazo de até dois dias, sendo que o normal no mercado é um prazo de 30 dias.

Na semana passada, a GetNet, do Santander, havia adotado uma decisão semelhante formando uma nova investida dessas empresas pela preferência do público. Após as taxas de aluguel de maquininhas terem sido gradualmente zeradas nos últimos anos, as taxas de antecipação de recebíveis ganhou muita importância no mercado pois era o fator que mais pesava no processo de decisão de compra por parte dos lojistas e no lucro das processadoras.

De acordo com as estimativas do BTG Pactual, a decisão deve custar à Rede uma redução de 30% a 40% no seu lucro líquido, implicando em uma redução de 2% no resultado de seu controlador, o Itaú Unibanco. Por outro lado, as outras empresas do setor como Cielo, Stone e PagSeguro se vêm em uma situação mais complicada. Caso optem por adotar a mesma medida, a Cielo deve ver uma redução de cerca de 20% no seu lucro líquido enquanto a Stone deve amargar uma redução entre 45% e 50% no seu resultado.

Com isso, as ações das empresas do setor foram castigadas no pregão de quinta-feira (18). A Cielo liderou as perdas do Ibovespa, acumulando uma desvalorização de 7,30%, fechando cotadas a R$ 8,25. Desde o fechamento do dia 23 de janeiro de 2018, quando estavam cotadas a R$ 23,91, as ações da empresa já acumulam uma queda de 65,49%, refletindo a situação dramática em que foi colocada durante essa batalha pelos clientes. Já a Stone, que tem suas ações listadas na bolsa de Nova York, viu uma desvalorização de 23,69% de seus papéis, que fecharam cotados a US$ 26,51. A PagSeguro, que também tem suas ações listadas nos Estados Unidos, viu seus papéis desvalorizarem 9,74%, fechando cotados a US$ 25,30.

Aéreas

O pregão de quinta-feira (18) foi muito positivo para as companhias aéreas listadas na bolsa brasileira, Azul e Gol. Ambas empresas viram suas ações dispararem, repercutindo as expectativas dos investidores acerca do desenvolvimento das negociações para compra dos ativos da Avianca.

A Azul, como foi explicado nos Destaques de 17 de março, havia feito uma oferta de US$ 105 milhões pelos ativos da Avianca, o que incluía contratos de leasing das aeronaves da companhia e, principalmente, os seus slots. Slot é o nome dado à licença que permite pousos e decolagens em aeroportos específicos, sendo que o ênfase das negociações estão nos slots do aeroporto de Congonhas. Os planos da Azul eram de conseguir entrar na ponte Rio-São Paulo, que é uma das pontas aéreas mais disputadas do planeta. Atualmente, a Azul tem somente 5% dos slots do aeroporto de Congonhas. Caso a companhia conseguisse comprar a totalidade dos slots da Avianca, que são 7%, conseguiria mais do que dobrar sua participação no terminal.

No início deste mês, porém, a Latam e a Gol ofertaram US$ 70 milhões cada uma por alguns dos ativos da Avianca, o que gerou a revolta do presidente executivo da Azul, John Rodgerson, que acusou as rivais de estarem manobrando para evitar a conclusão da negociação entre a sua empresa e a Avianca. Juntas, Latam e Gol detêm 87% dos slots do aeroporto de Congonhas.

O mercado se animou com a disputa pelas permissões e as ações da Azul e Gol dispararam. No caso das ações preferenciais da Azul, que parece ter um cenário mais desafiador nas negociações, a valorização foi de 6,94%, fechando o pregão cotadas a R$ 33,90. Já as ações da Gol foram destaques do Ibovespa, com uma valorização de 9,26%, fechando cotadas a R$ 23,95.

 

  • Política Econômica e Indicadores

Escrito por: Gustavo Gomes

IBC-br

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira de acordo com a ótica utilizada pelo Banco Central em sua tomada de decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços, e agropecuária, além do volume de imposto.

De acordo com o último Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta terça-feira (16), o mês de fevereiro fechou com uma queda percentual de 0,73%, sendo assim, essa foi a segunda queda consecutiva da atividade econômica no país, o que deixa claro a dificuldade da economia em ganhar um certo dinamismo em meio às incertezas, causadas pelo avanço da Reforma da Previdência.  Segundo Alberto Ramos, diretor do grupo de pesquisas do Goldman Sachs, essa queda é derivada da ausência de avanços concretos na frente política para lidar com o grave quadro fiscal, sendo a maior delas a reforma da previdência. Quanto a isso, Alberto diz “O mercado ainda quer acreditar que passa [a reforma], mas o ruído que está vindo do Congresso complica.” Outro motivo para uma possível queda é o desastre da barragem em Brumadinho - MG, pois causou insegurança e desvalorização da principal empresa brasileira no ramo de empresas extrativas.

Espera-se mais uma queda para o mês de março (ainda não divulgado), pois ao olhar para indicadores já disponíveis, houve uma queda na produção industrial, sendo assim o IBC, tende a fechar o primeiro trimestre em queda em relação ao último trimestre de 2018. Vitor Vidal, economista da LCA Consultores, prevê que IBC-br terá uma contração de 0,2%, podendo apresentar PIB com crescimento negativo no primeiro trimestre.

 

 

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    A aprovação do texto-base da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados em primeiro turno no último dia 10 foi responsável por alavancar o índice Ibovespa aos seus 105 mil pontos. O processo foi iniciado no dia 20 de fevereiro, em que o Governo Bolsonaro encaminhou a nova proposta de Reforma da Previdência ao Congresso Nacional. Uma das pautas mais importantes durante as eleições, a Reforma de Paulo Guedes promete uma economia na ordem de R$ 1,2 trilhão em 10 anos. A prioridade com que a Reforma foi tratada pelo novo governo foi responsável por animar o mercado, com uma valorização do Ibovespa na ordem de 16,24% entre 28/08/2018 - eleição de Bolsonaro - até 19/02/2019 - véspera da entrega da nova proposta de reforma ao Congresso. É de se esperar que a aprovação de medidas de austeridade seja um grande processo, demandando muito esforço e negociações por todas as partes envolvidas, e com a Reforma da Previdência não poderia ser diferente. No governo Temer a tentativa de Reforma foi totalmente fracassada, com as negociações sendo paralisadas a partir da intervenção militar do Rio de Janeiro e a proximidade das eleições.

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