"> Destaques da Semana - (13/Abril)

13 de Abril de 2019

Destaques da Semana - (13/Abril)

Internacional

 

  • Mercados

 

Escrito por: Caroline Schanz

 

Uber entra com pedido de IPO, mas pode nunca atingir lucros futuros

 

A Uber (NYSE:UBER) Technologies, que originou-se em 2009 com a dificuldade de seus fundadores de encontrarem um táxi, declarou nesta quinta-feira (11) seus planos de uma Oferta Pública Inicial (IPO) com ao menos de US$ 1 bilhão em ações. A empresa solicitou a listagem na Bolsa de Nova York sob o código “UBER”, e o Morgan Stanley e Goldman Sachs Group Inc. estão liderando a oferta, a qual estima-se que seja o maior IPO dos EUA este ano.

 

Com a apresentação, pode-se fornecer uma primeira análise completa de suas finanças. De um lado, o pedido reflete o rápido crescimento dos negócios da Uber nos últimos três anos e um alto número de usuários, ao passo que o negócio foi expandido  para o ramo de bicicletas elétricas e entrega de alimento (Uber Eats). De outro lado, ressalta que os lucros estão longe de ser obtidos. Essa contraposição se dá pelo fato de que, mesmo com as receitas crescentes (42% ano passado para US$ 11,3 bilhões), há previsão que as despesas operacionais tenham aumentos significativos, não atingindo lucratividade.

 

Temporada de ganhos: fortes resultados de grandes bancos

 

Na sexta-feira (12), o JPMorgan Chase e o Wells Fargo divulgaram seus resultados do primeiro trimestre. Com isso, foi iniciada uma temporada de ganhos, visto que o mercado reagiu positivamente.

 

Na divulgação, o CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, afirmou no relatório que a economia dos EUA continua crescendo, juntamente com o emprego e os salários, e a confiança dos consumidores e das empresas continua forte, mesmo com incertezas geopolíticas globais. Além disso, o banco foi beneficiado nas primeiras semanas do trimestre pelo fato do aumento das taxas feito pelo Fed em dezembro. Todo esse cenário fez com que a receita crescesse 5%, para US$ 29,9 bilhões, e foi obtido um ganho de US$ 2,65 por ação no período, ao contrário do que muitos analistas esperavam.

 

O Wells Fargo foi outro grande banco que foi além do consenso de terceiros. O banco possui uma enorme presença do negócio de hipotecas, e mesmo que a receita tenha apresentado quedas ao longo dos anos, superou a estimativa média, resultando US$ 21,6 bilhões. Logo após a divulgação dos resultados, as ações subiram cerca de 2%.

 

Chevron fecha acordo de US$ 33 bi para comprar Anadarko   

                       

A empresa norte americana Chevron firmou um acordo de US$ 33 bilhões para comprar a Anadarko Petroleum, com o objetivo de reforçar sua posição no mercado de xisto e GNL (gás natural liquefeito). Trata-se da maior fusão do setor desde a oferta da Royal Dutch Shell pelo BG Group em 2015..

 

As ações da Chevron caíram 4% devido à ponderação dos investidores do custo do acordo, o qual contempla a contratação de US$ 15 bilhões da dívida da Anadarko. Além disso, a todas as ações da Anadarko serão adquiridas pelo valor de US 65 cada, fato que levou às mesmas a subirem 33%.

 

Com isso, a área de exploração e a produção na Bacia Permiana, na fronteira do Texas com o Novo México, aumentarão. Em termos de produção de petróleo e gás, o negócio faz com que a Chevron dispute o título de segunda maior companhia petrolífera integrada, um pouco atrás da Exxon.

 

Fechamento Semanal:

Nasdaq: 5.348% aos 7.984.16 pontos

Dow Jones: -0.048% aos 26.412,30 pontos

S&P 500: 0.507% aos 2.907,41 pontos

Shanghai Composite (índice chinês): -1.785% aos 3.188,63 pontos

Kospi (índice sul coreano): 1.079% aos 2.233,45 pontos

Nikkei 225 (índice japonês): 0.289% aos 21.870,56 pontos

DAX (Alemanha): -0.082% aos 11.999,93 pontos

CAC 40 (França) : 0.484% aos 5.502,70 pontos

FTSE 100 (Londres): -0.132% aos 7.437,06 pontos

Euro Stoxx 50 (Zona do Euro): 0.010% aos 3.447,83 pontos

IBEX 35 (Espanha): -0.44% aos 9.468,50 pontos



 

  • Política Econômica e Indicadores

 

Escrito por: Lucca Bueno

 

Índice de Preços ao Consumidor (CPI) estadounidense cresce

 

Segundo dados divulgados pelo governo norte americano, o índice de preços ao consumidor cresceu 0,4% em relação ao mês passado, (atingindo a taxa anual de 1,9%) ao passo que o núcleo da inflação teve um crescimento mensal de 0,1% (chegando a uma variação de 2,0% em relação ao ano anterior). A variação do índice condiz com a estratégia do FED em manter a taxa de inflação relativamente estável. O mercado sentiu pouco a variação do índice, causando uma leve queda no dólar, enquanto os futuros sobre os índices de ações permaneceram ligeiramente mais altos.

 

No lócus que diz respeito à política monetária há um relativo desacordo entre o presidente americano, Donald Trump e o presidente do Federal Reserve, John Williams. A recente decisão do BC norte-americano de elevar as taxas de juros é contrária a opinião do presidente dos Estados Unidos, que analisa a decisão como um obstáculo ao forte crescimento econômico, e chegou inclusive a pressionar publicamente os membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, em inglês) a alterarem sua visão em relação à política adotada.

 

A ata do FED divulgada no dia 10/04 (quarta-feira), mostrou que a grande maioria dos membros da FOMC espera uma taxa de juros estável, de 2,25% a 2,50% até o fim do ano.

 

 

CPI chinês sobe devido a alta nos preços de produtos alimentícios.

 

O próprio governo chinês divulgou nessa quarta-feira (10/04) que o seu índice de preços ao consumidor saltou de 1,5% para 2,3% no mês de março. A grande elevação do índice foi causada pela explosão nos preços de alimentos básicos como vegetais e cortes suínos (reflexo do temor ao alastramento da gripe suína africana). Entretanto, o crescimento do índice não preocupa tanto o banco central chinês, que visa controlar a inflação em torno de 3,0%.

 

Espera-se que a elevação dos preços seja quase que exclusiva do setor de produtos suínos e que a chance dessa inflação se alastrar a outros setores em níveis relevantes seja mínima, como mostra a alteração no índice CPI (sem levar em consideração o setor alimentício) que teve um crescimento anual de 1,7% para 1,8% entre os meses de fevereiro e março.

 

 

China reduz importações de produtos norte-americanos.

Enquanto as negociações entre as duas maiores economias mundiais segue sem um parecer definitivo, a China divulgou nessa sexta-feira (12/04) seu balanço sobre importações e exportações do primeiro bimestre de 2019. Os dados mostram que as exportações chinesas superaram as expectativas e tiveram uma alta de cinco meses em março, enquanto as importações feitas pelo país teve queda considerável. O Departamento de Alfandegas da China indicou que o comércio total do país com os EUA caiu 11% no primeiro trimestre, sendo impulsionado por uma queda de 28% nas importações de produtos norte-americanos.

No balanço trimestral, o governo chinês também computa que, durante o mês de março, reduziu suas importações sobre produtos estadounidenses em 21%, ao passo que enviaram 10,6% a mais para seus concorrentes norte-americanos. Embora ainda haja uma certa controvérsia, principalmente devido ao fato de que o governo chinês disponibiliza dados muito seletos em relação a sua economia, tudo leva a crer que a guerra comercial entre as duas economias agora pende para o lado chinês, e quem mais necessita de um acordo de paz é a própria economia norte-americana.

 

Brexit é novamente adiado e BCE mantem política monetária

 

Segundo a Reuters, diplomatas europeus concordaram em adiar o divórcio entre Reino Unido e União Europeia para o dia 31 de outubro de 2019. A decisão foi tomada em uma reunião extraordinária na sede da EU, em Bruxelas, e acredita-se que o principal fator do adiamento tenha sido a recente (e pessimista) previsão para o crescimento econômico mundial, divulgado pelo FMI.

Na questão da politica monetária do BCE, foi decidido que pouco irá se alterar em relação a anterior.

 

Em momentos de instabilidade e guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais, o bloco econômico do Velho Continente encontra-se de mãos atadas e acredita que a melhor estratégia no momento seja esperar e causar poucas instabilidades no mercado. A politica monetária ultrafrouxa europeia é um reflexo da possível recessão da sua principal economia, a Alemanha, e de fracos índices de desenvolvimento industrial. Fora toda a tragédia e incerteza causada pela indefinição de um acordo entre EU e Reino Unido.

 

 

 

Nacional

 

  • Mercado de Capitais e Câmbio

Escrito por: Aron Vicentini

 

Panorama Geral

O cenário no mercado de capitais foi conturbado essa semana. O principal índice de ações da B3, o Ibovespa, teve contínua queda desde segunda-feira, despencando principalmente essa sexta (12), após o discurso do então presidente Jair Bolsonaro de que havia interferido na decisão da Petrobras no reajuste do diesel em 5,47%: após a histórica meta atingida de 100.000 dias atrás, o índice fecha a semana perto dos 92.000.

Os investidores não receberam de bom grado os anúncios em tal reajuste, o que fez com que as ações mais afetadas negativamente no índice fossem da Petrobrás (PETR3 -6,44%; PETR4 -5,57%). Já a aclamada Vale (VALE3 +0,98%) fecha as semanas com alta: apesar do bloqueio de 185 milhões para empresas subsidiárias da mineradora e pela queda de uma ponte no rio Mojú, a empresa respondeu bem graças as boas notícias do mercado chinês e a alta no dólar, já que é uma exportadora.

Na quinta-feira (11), O Banco Central divulgou um dado interessante: os bancos viram o maior lucro registrado na história no ano de 2018, com um montante 17,4% maior em relação ao ano de 2017, no valor de 98,5 bilhões de reais. Segundo o Diretor de Fiscalização do BC, o principal fator para tal aumento foi a redução, de cerca de 20 bilhões das despesas com provisões em 2018. As instituições somam hoje um patrimônio líquido de 800 bilhões de reais, o maior número em termos de capitalização desde 1995, em termos nominais.

A justiça alagoana determinou o bloqueio de 100 milhões de reais da empresa Braskem, uma fabricante química do grupo Odebrecht. A promotoria havia pedido o bloqueio de todas as ações da empresa em bolsa, porém foi negado. O objetivo do bloqueio é reparar eventuais danos a moradores de Maceió que foram atingidos por afundamento do solo e rachaduras nas casas, isso fez com que os preços de suas ações tivessem baixas no mercado essa semana.

Petrobras (PETR3; PETR4)

No começo da semana, a União firmou um acordo com a Petrobras para encerrar uma disputa de 6 anos ligada a uma cessão onerosa: o valor acertado foi de 33,6 bilhões de reais para a estatal, que entraram no caixa da petroleira por meio de leilão no último trimestre esse ano. A expectativa do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco é de que os recursos sejam utilizados para ampliar aportes na área de exploração, além disso, a companhia está dialogando com bancos para captação de debêntures, no valor de 3 bilhões de reais.

Apesar de tudo, as projeções no final da semana pioraram, as ações da Petrobras registram uma forte queda em 4% na sexta, em 26,88, liderando assim as perdas do Ibovespa na parte da manhã, isso ocorreu devido ao fato do mercado ter reagido negativamente à notícia de que o presidente Jair Bolsonaro pressionou a estatal a não subir o preço do Diesel. A medida gera conflitos principalmente entre os caminhoneiros do país e dos investidores, além de trazer dúvidas sobre a autonomia e independência da gigante petroleira.

Mesmo com a confusão, o BTG mantém a recomendação de compra da empresa, indagando que a medida pode ter sido apenas temporária: um aumento considerável no aumento do diesel poderia alavancar uma grande greve dos caminhoneiros novamente, o que seria muito prejudicial à economia brasileira. Os analistas dizem que as manutenções da liberdade de fixar os preços junto ao processo de desinvestimento com as vendas futuras de refinaria mantêm os holofotes sob possíveis ganhos.

Vale (VALE3)

Apesar das notícias referentes à desastres pela grande mineradora, o minério de ferro, umas das principais commodities negociadas pela empresa sobe à 94 dólares em Cingapura, além de que os dados da balança comercial apontam altas nas exportações de março, atingindo o índice de 14,2% em março, bem maior que o esperado: 6,5%.

A justiça do Pará determinou o bloqueio de 185 milhões de real às empresas Biopalma da Amazônia, subsidiária da Vale, por conta da queda de uma ponte no rio Mojú. Segundo a liminar, a Biopalma não possuía licença para emitir nota fiscal e mesmo assim vendeu cerca de 1.800 toneladas do subproduto “bucha de dendê”.

 

 

  • Política Econômica e Indicadores

 

Escrito por: Felipe Luz de Freitas

 

IGP-DI fica em 1,07% no mês de março

 

Calculado mensalmente pela FGV, o Índice Geral de preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) tem a finalidade de medir o comportamento de preços em geral da economia brasileira. É uma média ponderada dos seguintes índices: IPA (Índice de Preços no Atacado), IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e INCC (Índice Nacional da Construção Civil). O termo disponibilidade interna se refere somente a variação de preços que afetam diretamente as atividades econômicas dentro de território nacional, não se considera os preços de produtos exportados.

 

O IGP-DI compara os preços entre o primeiro e o último dia do mês em questão, em relação ao mês imediatamente anterior. Esse índice cresceu 1,07% em março, depois do avanço de 1,25% no mês de fevereiro. O índice acumula alta de 2,41% no ano e de 8,27 nos últimos 12 meses.  

 

O IPA, com peso de 60%, cujo propósito é medir o ritmo evolutivo de preços no nível atacadista, teve elevação de 1,35% no terceiro mês do ano. O grande responsável foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (-0,94% para 0,31%).

 

O IPC, com 30% do peso, é o principal indicador da evolução do custo de vida das famílias que inclui setores de alimentação, transporte, habitação, educação, comunicação, entre outros, variou em 0,65% em março.

 

Por último, o INCC, com os ultimos 10% de peso, cresceu 0,31%. No mês, os três grupos que compõe o índice, tiveram as seguintes variações: Materiais e Equipamentos (0,02% para 0,56%), Mão de Obra (0,04% para 0,12%) e Serviços (0,61% para 0,49%).

 

IPCA

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo foi de 0,75% em março e ficou 0,32 pontos percentuais acima do nível de fevereiro, de 0,43%. Esta foi a maior taxa (acumulada no ano) para um mês de março desde março de 2015, quando atingiu 1,32%. Segue abaixo as taxas e os períodos de referência:

 

Março de 2019: 0,75%

Fevereiro de 2019: 0,43%

Março de 2018: 0,09%

Acumulado no ano: 1,51%

Acumulado nos 12 meses: 4,58%

 

Os grupos que compõe o índice são: Alimentação e bebidas, Habitação, Artigos de Residência, Vestuário, Transportes, Saúde e cuidados pessoais, Despesas pessoais, Educação e Comunicação. Dentre estes, os que mais influenciaram o IPCA de março foram os grupos de Alimentação e bebidas (1,37%) e Transportes (1,44%). Juntos representam 43% das despesas das famílias e responderam por 80% do índice do mês. O único grupo que apresentou deflação em março foi Comunicação, com -0,22%.

 

Banco central divulga que reservas internacionais do Brasil somaram US$374,72 bilhões em 2018

 

 

As reservas internacionais do país somaram US$374,72 bilhões no último mês de 2018, valor pouco acima do ano anterior (US$373,97 bilhões), portanto as reservas internacionais brasileiras apresentaram resultado positivo de 1,17%.

 

De acordo com a chefe do Departamento de Riscos Corporativos e Referências Operacionais, Isabela Damaso, busca-se uma alocação desses recursos de forma estratégica que possua características anticíclicas para reduzir a exposição do país a oscilações cambiais.  O investimento dessa reserva é feito com técnicas de otimização risco-retorno de carteira, critérios de segurança, liquidez e rentabilidade, para que flutuações de curto prazo não afetem as decisões de longo prazo.

 

O dólar norte-americano é a moeda com maior participação nos investimentos e como parte da estratégia para diminuir os riscos cambiais, a alocação das moedas no ano passado era de 89,93% em dólar norte-americano, 5,13% em euro, 1,92% em libra esterlina, 1,49% em iene, 0,75% em ouro, 0,47% em dólar canadense e 0,30% em dólar australiano.

 

O investimento da reserva é feito majoritariamente em renda fixa, principalmente títulos do governo e de agências governamentais de diferentes países e depósitos bancários à prazo fixo.

 

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